Médico tira principais dúvidas sobre refluxo gastroesofágico

A doença do refluxo gastroesofágico afeta entre 10 e 20% dos adultos. O médico Tasso de Carvalho esclarece algumas das principais dúvidas e explica como se processa o tratamento.

Médico tira principais dúvidas sobre refluxo gastroesofágico

Médico tira principais dúvidas sobre refluxo gastroesofágico

A doença do refluxo gastroesofágico afeta entre 10 e 20% dos adultos. O médico Tasso de Carvalho esclarece algumas das principais dúvidas e explica como se processa o tratamento.

O refluxo gastroesofágico acontece quando há o regresso do conteúdo do estômago para o esófago e em direção à boca, causando dor e inflamação constante da parede do esófago. De acordo com o médico Tasso de Carvalho, a doença costuma manifestar-se através da queima retroesternal, como azia, dor no tórax e sensação de nó na garganta. “Em alguns casos, tosse seca e pigarro são também sintomas frequentes”, acrescentou. Além disso, os sintomas podem ser ainda piores quando dobra o corpo para baixo, por exemplo para apanhar algo do chão, ou quando o paciente dorme após as refeições.

Tasso explicou também que existem alguns fatores que podem contribuir para o refluxo, entre eles o “tabagismo, aumento de peso, consumo de bebidas gasosas ou com cafeína, álcool e determinados medicamentos.” De acordo com o médico, a doença do refluxo gastresofágico pode causar complicações como esofagite, úlcera esofágica, esófago de Barrett e até cancro do esófago. “O diagnóstico é clínico e pode ser com firmado por exames como Endoscopia e pHmetria de 24h”, explicou.

Médico deixa dicas de como tratar refluxo gastroesofágico

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Tasso de Carvalho

Segundo o especialista, o tratamento consiste em elevar a cabeceira da cama em cerca de 15 cm e evitar comer até três horas antes de deitar e beber café ou álcool. Também é importante evitar alimentos que podem fermentar ou ter papel inflamatório no intestino como chocolate, farinha de trigo, leite de vaca e açúcar faz parte do tratamento.” Já para os casos graves e refratários ao tratamento clínico, “pode-se indicar a cirurgia antirrefluxo em pacientes com esofagite graus C e D, hérnias de hiatos volumosas, hemorragia, estenose e úlceras que não respondem ao tratamento clínico”, finalizou o médico.

Créditos: Tasso de Carvalho (arquivo pessoal) & Foto ilustrativa (freepik)

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