Esta é a rede social que mais prejudica o cérebro

O mais recente estudo publicado pela revista científica NeuroImage elegeu aquela que é a rede social mais prejudicial ao cérebro. “Efeitos podem ser irreversíveis”, alerta o neurocientista Fabiano de Abreu.

Esta é a rede social que mais prejudica o cérebro

Esta é a rede social que mais prejudica o cérebro

O mais recente estudo publicado pela revista científica NeuroImage elegeu aquela que é a rede social mais prejudicial ao cérebro. “Efeitos podem ser irreversíveis”, alerta o neurocientista Fabiano de Abreu.

Desde o início da febre do TikTok, o pós doutorado em neurociências Fabiano de Abreu, alertou sobre os riscos do uso excessivo desta rede social. “Se não tem religião, o TikTok chegou para provar que o diabo existe, logo, Deus tem que existir”, chegou a comentar. O cientista chegou a também a afirmar que devemos ser os apóstolos para tentar minimizar o prejuízo causado por esta plataforma. Para causar ainda mais impacto, disse também que “se está a dançar para o telemóvel para ser visto, há uma necessidade em aparecer. Comece a pensar sobre a necessidade de procurar um profissional”.

Em 2018, o neurocientista publicou o primeiro estudo relacionado com o mau uso da internet, onde comprovou que o excesso em redes sociais deixa-nos menos inteligentes. Nele, abordou o sistema de recompensa que acontece no cérebro que leva ao alívio da ansiedade excessiva na nossa sociedade. Procura-se nas redes sociais uma brecha para este alívio de forma imediata. Isto leva ao que o especialista apelidou de “curto circuito” que afeta a cognição. Um estudo recente publicado na revista científica NeuroImage descreve o algoritmo inteligente do TikTok como o mais nocivo entre as várias plataformas de interação digital.

Danos podem ser irreversíveis, alerta neurocientista

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Fabiano de Abreu

O estudo dá conta que o algoritmo distorce o autocontrolo e impede o utilizador de agir com racionalidade. “Já sabemos que a app ativa várias regiões no cérebro relacionado ao prazer e vício. Assim como prejudica a região frontal do cérebro que tem relação com o foco atencional, memória de trabalho, tomada de decisões, racionalidade, região relacionada à inteligência humana”, diz. Além disso, é aquele que mas estimula o comportamento de consumo. “Com o tempo, vai moldando a anatomia do cérebro. Resulta em prejuízos cognitivos que interferem na racionalidade e tornam os internautas mais impulsivos.” Fabiano de Abreu alerta que os danos causados podem ser irreversíveis.

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Créditos: Udabol

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