Covid-19: Recuperados podem ser vacinados ao fim de três meses – `task force´

As pessoas recuperadas há mais três meses podem ser vacinadas contra covid-19 a partir de quarta-feira na modalidade de “casa aberta” em qualquer centro de vacinação de Portugal continental.

Covid-19: Recuperados podem ser vacinados ao fim de três meses - `task force´

Covid-19: Recuperados podem ser vacinados ao fim de três meses – `task force´

As pessoas recuperadas há mais três meses podem ser vacinadas contra covid-19 a partir de quarta-feira na modalidade de “casa aberta” em qualquer centro de vacinação de Portugal continental.

Lisboa, 31 ago 2021 (Lusa) — As pessoas recuperadas há mais três meses podem ser vacinadas contra a covid-19 a partir de quarta-feira na modalidade de “casa aberta” em qualquer centro de vacinação de Portugal continental, anunciou hoje a `task force´ que coordena o processo.

“Será possível a partir de amanhã, dia 1 de setembro, a vacinação de todos os utentes recuperados após 90 dias da notificação do caso. Para tal basta que esses utentes se desloquem a qualquer centro de vacinação de Portugal continental à sua escolha, recorrendo à modalidade “casa aberta””, adiantou a estrutura liderada pelo vice-almirante Gouveia e Melo.

Segundo a `task force´, esta possibilidade resulta de uma decisão da Direção-Geral da Saúde que “será vertida numa alteração à norma 002/2021 a divulgar oportunamente”.

Até agora, a norma em causa previa que os recuperados da covid-19 há pelo menos seis meses podiam ser vacinados com uma dose de vacina, exceto nos casos de pessoas com imunossupressão. Para estas situações, está prevista a vacinação completa.

Os dados nacionais mais recentes indicam que Portugal tem já 72% da população com a vacinação completa e 80% com pelo menos uma dose de vacina contra a covid-19.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.743 pessoas e foram contabilizados 1.037.927 casos de infeção confirmados, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

PC // HB

By Impala News / Lusa

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