Macron alerta para risco de guerra civil em caso de vitória de Le Pen

O Presidente cessante francês e candidato à reeleição, Emmanuel Macron, dramatizou hoje o discurso em relação à candidata de extrema-direita Marine Le Pen, alertando que o programa governativo da adversária poderá desencadear uma “guerra civil” em França.

Macron alerta para risco de guerra civil em caso de vitória de Le Pen

Macron alerta para risco de guerra civil em caso de vitória de Le Pen

O Presidente cessante francês e candidato à reeleição, Emmanuel Macron, dramatizou hoje o discurso em relação à candidata de extrema-direita Marine Le Pen, alertando que o programa governativo da adversária poderá desencadear uma “guerra civil” em França.

O Presidente cessante francês e candidato à reeleição, Emmanuel Macron, dramatizou hoje o discurso em relação à candidata de extrema-direita Marine Le Pen, alertando que o programa governativo da adversária poderá desencadear uma “guerra civil” em França. A três dias da segunda volta das eleições presidenciais francesas, agendadas para o próximo domingo, Emmanuel Macron visitou hoje Saint-Denis, um dos redutos da esquerda nos subúrbios de Paris, e canalizou o seu discurso para criticar as medidas anti-imigração defendidas por Marine Le Pen.

Durante uma intervenção no local, o candidato falou no caso concreto de uma mulher migrante marroquina em situação regular, funcionária hospitalar e mãe de duas crianças. “Esta jovem será despejada da sua habitação social e todos os benefícios sociais que usufrui serão retirados”, criticou. O programa governativo de Le Pen, segundo frisou Macron, é “um programa de guerra civil, de discórdia, se for aplicado na íntegra” e, ao mesmo tempo, é “incoerente”.

O Presidente cessante já tinha alertado para o risco de guerra civil no debate televisivo realizado na quarta-feira à noite, o único frente-a-frente entre os dois candidatos, quando Marine Le Pen defendeu uma lei para proibir o véu islâmico em espaços públicos como nos transportes ou nas ruas (o uso do véu islâmico já é restrito nas escolas e em outros espaços oficiais).

Macron classificou tal medida como contrária ao princípio de laicidade da República francesa.

Em Saint-Denis, cidade com cerca de 100 mil habitantes a norte de Paris que votou maioritariamente (61%) no candidato Jean-Luc Mélenchon (esquerda radical) na primeira volta das eleições, em 10 de abril, Macron tentou atrair este eleitorado e mobilizar os abstencionistas.

No domingo passado, e na sequência de uma consulta a simpatizantes do partido França Insubmissa, de Mélenchon, cerca de 67% dos inquiridos afirmou que irá abster-se ou irá votar em branco ou nulo na segunda volta das eleições presidenciais francesas. Na primeira volta das presidenciais francesas, Macron obteve 27,85% dos votos, contra os 23,15% da sua rival. As últimas sondagens dão vantagem ao Presidente Macron no escrutínio do próximo domingo.

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