Covid-19: Angola regista 440 infeções e 11 óbitos nas últimas 24 horas

Angola registou 440 novos casos de covid-19, 11 óbitos e 496 recuperações da doença nas últimas 24 horas, de acordo com os dados epidemiológicos da Direção Nacional de Saúde hoje divulgados.

Covid-19: Angola regista 440 infeções e 11 óbitos nas últimas 24 horas

Covid-19: Angola regista 440 infeções e 11 óbitos nas últimas 24 horas

Angola registou 440 novos casos de covid-19, 11 óbitos e 496 recuperações da doença nas últimas 24 horas, de acordo com os dados epidemiológicos da Direção Nacional de Saúde hoje divulgados.

Os casos confirmados foram registados nas províncias de Luanda (332), Huambo (48), Huíla (27), Benguela (14), Cabinda (nove), Malanje (quatro), Bié, Cuando Cubango (dois cada), Cuanza Sul e Moxico (um), com idades entre 1 e 94 anos, sendo 236 do sexo masculino e 204 do sexo feminino.

No mesmo período foram reportadas quatro mortes em Benguela, duas cada em Cuando Cubango e Luanda, e uma cada em Bié, Malanje e Huíla, de sendo oito mulheres e três homens, entre 35 e 80 anos.

No mesmo período foram consideradas recuperadas da doença em Luanda 386 pessoas, seguindo-se Uíje com 32, Cuando Cubango com 19, Bié com 16, Huambo com 15, Huíla com 10, Namibe com oito, Benguela com sete e Moxico com três.

O país apresenta um cumulativo de 54.280 casos positivos, 1.471 óbitos, 47.175 recuperados da doença e 5.634 ativos, dos quais 36 em estado crítico, 51 graves, 179 moderados, 90 leves e 5.278 assintomáticos.

Estão internados 356 doentes, em quarentena institucional 193 pessoas e sob vigilância epidemiológica 3.132 contactos.

Nas últimas 24 horas, os laboratórios processaram 4.116 amostras por RT-PCR, apontando o cumulativo para 980.020 amostras processadas com uma taxa de positividade de 5,5%.

A covid-19 provocou pelo menos 4.725.638 mortes em todo o mundo, entre 230,52 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

NME // LFS

By Impala News / Lusa

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