Burlona faz férias de luxo com dinheiro de Cristiano Ronaldo

Por duas vezes, em 2008 e 2009, Maria Silva viajou para Albufeira para umas férias de luxo com o então marido e as duas filhas. Quem as pagou foi – sem saber – Cristiano Ronaldo.

Burlona faz férias de luxo com dinheiro de Cristiano Ronaldo

Burlona faz férias de luxo com dinheiro de Cristiano Ronaldo

Por duas vezes, em 2008 e 2009, Maria Silva viajou para Albufeira para umas férias de luxo com o então marido e as duas filhas. Quem as pagou foi – sem saber – Cristiano Ronaldo.

Em 2008 e 2009, Maria Silva viajou para Albufeira, no Algarve, para umas férias de luxo na companhia do então marido e as duas filhas. As estadias custaram mais de cinco mil euros. A verdade é que nem um cêntimo saiu do bolso da burlona já que foi Cristiano Ronaldo que, sem saber, suportou todos os custos, avança o Correio da Manhã. As faturas até foram emitidas com os dados do jogador de futebol, mas as reservas feitas em nome do então marido de Maria. No total, o astro português foi lesado em 288 mil euros.

Em 2017, no Tribunal de S. João Novo, no Porto, foi condenada a quatro anos de pena suspensa e encontra-se a cumprir obrigações estipuladas no acórdão. Maria era funcionária na Geostar, mas tinha um balcão na Gestifute – empresa de gestão de carreiras de jogadores liderada por Jorge Mendes, agente de Ronaldo –, no Porto. Tinha como função marcar viagens para vários jogadores de futebol, incluindo o agora jogador do Manchester United. Como tal, explica o mesmo jornal, tinha total acesso aos códigos dos cartões multibanco dos atletas. Foi assim que conseguiu apoderar-se do elevado montante e fazer férias milionárias em família.

Marido acusa-a de falsificar assinaturas

O então marido da burlona, que chegou a ser ouvido pela Polícia Judiciária do Porto, quando confrontado com as faturas, alegou que estava convicto de que o dinheiro das férias tinha saído da sua conta bancária. Além disso, diz que Maria falsificou a sua assinatura em vários desses documentos, já que garante que nunca os assinou. A testemunha reforçou ainda que a burla lhe era totalmente alheia. De acordo com o CM, um relatório anexo ao processo conta que a arguida sempre teve o desejo de ascender socialmente. “A construção de identidade […] parece ter sido sempre assente em interesses e preferências de consumo associadas a um padrão de vida social elevado como forma de determinação do seu valor pessoal, sendo referenciada a obtenção de objetos e bens materiais”, pode ler-se no documento.

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