Rei da Tailândia junta mulher e amante na mesma cerimónia

O rei Vajiralongkorn da Tailândia volta a causar polémica. Desta vez, junta a mulher e a amante numa importante cerimónia budista.

Rei da Tailândia junta mulher e amante na mesma cerimónia

Rei da Tailândia junta mulher e amante na mesma cerimónia

O rei Vajiralongkorn da Tailândia volta a causar polémica. Desta vez, junta a mulher e a amante numa importante cerimónia budista.

O rei da Tailândia, Maha Vajiralongkorn, volta a causar polémica ao juntar a mulher, a rainha Suthida, e a amante, Sineenat Wongvajirapakdi, no mesmo evento.

Maha Vajiralongkorn vive na Alemanha e regressou à Tailândia para passar algumas semanas e presidir às importantes cerimónias budistas, acompanhado por um enorme séquito, pela mulher e pela amante. Mas o que está a chocar a população é o facto de ter juntado as duas na mesma cerimónia.

A situação «constrangedora» foi reportada pelo jornalista Andrew MacGregor Marshall, que se encontra a acompanhar os acontecimentos do país, e tornou públicas as imagens desta situação que muitos meios de comunicação já classificaram de «humilhante».

«Estas cerimónias ‘kathin’ é suposto serem rituais budistas que mostram a virtude dos participantes. O rei Vajiralongkorn tornou-as num ‘lakorn’ [palavra tailandesa para designar um drama/novela] com um conflito entre a mulher e a amante. Que confusão», escreveu o jornalista numa publicação na sua conta de Twitter.

Rei da Tailândia vive em quarto de hotel com dezenas de mulheres
Nas imagens podem ver-se as duas mulheres situadas a alguns metros de distância uma da outra, vestidas com trajes de gala na cerimónia budista, que costuma celebrar-se quando termina a temporada das chuvas, em outubro. O facto de ambas terem estado presentes gerou, segundo Marshall, uma situação estranha e que tira o propósito à cerimónia em questão.
É importante referir que o rei da Tailândia vive com um harém na Alemanha e que, segundo a imprensa internacional, a rainha concedeu, há pouco tempo, o seu perdão à amante em questão, de forma a que esta se pudesse juntar ao dito harém. Sabe-se que lá reúne dezenas de mulheres num quarto de hotel que é conhecido pelos empregados como o «quarto do prazer».

A amante chegou a ser presa porque queria ocupar o lugar de rainha. Com o perdão da mulher do rei, foi libertada e considerada, numa cerimónia oficial, a primeira concubina tailandesa.  A monarca vive em Zurique, afastada do rei, e costuma encontrá-lo para atos oficiais na Tailândia.

 

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